segunda-feira, 22 de julho de 2013
Ética e humanização 2013.1
Os artigos de ética e humanização de 2013.1 podem ser obtidos aqui.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Bibliografia
Segue o material de leitura para a primeira avaliação:
Saúde bucal na esfera pública - obter aqui
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde bucal. Cadernos de Atenção básica, n.17. Série A. Normas e manuais técnicos. Brasília: Ministérios da saúde, 2006. Capítulos 1,2 e 5.
BRASIL. Portaria GM/MS nº2.488, de 21 de outubro de 2011. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica , estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia de Saúde da Família (ESF) e Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS)
RONCALLI, A.G. O desenvolvimento das políticas públicas de saúde no Brasil e a construção do Sistema Único de Saúde. In: PEREIRA, A.C. Odontologia em saúde coletiva: planejando ações e promovendo saúde.2003.
Saúde bucal na esfera privada - obter aqui
CARTAXO, José Luís Santos; SANTOS, Maria Lígia Rangel. Estudo da satisfação do usuário de planos de saúde odontológicos em Salvador no ano de 2004. Revista Baiana de Saúde Pública, Salvador, v. 1, n. 31, p.25-37, 2007.
PIETROBON, Louise et al . Planos de assistência à saúde: interfaces entre o público e o privado no setor odontológico. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 13, n. 5, Oct. 2008 .
PORTO, Fábio Augusto de Mesquita. Cirurgiões-dentistas x Clínicas odontológicas: contratos de prestação de serviços e a eventual configuração de vínculo empregatício. Disponível em:. Acesso em: 04 abr. 2011 .
VIEIRA, Cristine; COSTA, Nilson do Rosário. Estratégia profissional e mimetismo empresarial: os planos de saúde odontológicos no Brasil. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 13, n. 5, Oct. 2008.
Recursos Humanos - obter aqui
BRASIL. Congresso Nacional. Lei n.º 11.889, de 24/12/2008. Regulamenta o exercício das profissões de Técnico em Saúde Bucal e Auxiliar em Saúde Bucal. Diário Oficial da União, Brasília, DF, Seção 1, n. 251, p. 2-3, 26 dez. 2008.
CFO. Conselho Federal de Odontologia. Resolução n.º 63, de 18/04/2005. .
FRAZÃO, Paulo; NARVAI, Paulo Capel. Lei n.º 11.889/2008: avanço ou retrocesso nas competências do Técnico em Saúde Bucal?. Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v. 1, n. 9, p.109-123, 2011.
SILVA, Rhonan Ferreira da et al . Utilização de auxiliares odontológicos em Ortodontia: implicações éticas e legais. Rev. Dent. Press Ortodon. Ortop. Facial, Maringá, v. 11, n. 5, Oct. 2006 .
Saúde bucal na esfera pública - obter aqui
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde bucal. Cadernos de Atenção básica, n.17. Série A. Normas e manuais técnicos. Brasília: Ministérios da saúde, 2006. Capítulos 1,2 e 5.
BRASIL. Portaria GM/MS nº2.488, de 21 de outubro de 2011. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica , estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia de Saúde da Família (ESF) e Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS)
RONCALLI, A.G. O desenvolvimento das políticas públicas de saúde no Brasil e a construção do Sistema Único de Saúde. In: PEREIRA, A.C. Odontologia em saúde coletiva: planejando ações e promovendo saúde.2003.
Saúde bucal na esfera privada - obter aqui
CARTAXO, José Luís Santos; SANTOS, Maria Lígia Rangel. Estudo da satisfação do usuário de planos de saúde odontológicos em Salvador no ano de 2004. Revista Baiana de Saúde Pública, Salvador, v. 1, n. 31, p.25-37, 2007.
PIETROBON, Louise et al . Planos de assistência à saúde: interfaces entre o público e o privado no setor odontológico. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 13, n. 5, Oct. 2008 .
PORTO, Fábio Augusto de Mesquita. Cirurgiões-dentistas x Clínicas odontológicas: contratos de prestação de serviços e a eventual configuração de vínculo empregatício. Disponível em:
VIEIRA, Cristine; COSTA, Nilson do Rosário. Estratégia profissional e mimetismo empresarial: os planos de saúde odontológicos no Brasil. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 13, n. 5, Oct. 2008.
Recursos Humanos - obter aqui
BRASIL. Congresso Nacional. Lei n.º 11.889, de 24/12/2008. Regulamenta o exercício das profissões de Técnico em Saúde Bucal e Auxiliar em Saúde Bucal. Diário Oficial da União, Brasília, DF, Seção 1, n. 251, p. 2-3, 26 dez. 2008.
CFO. Conselho Federal de Odontologia. Resolução n.º 63, de 18/04/2005. .
FRAZÃO, Paulo; NARVAI, Paulo Capel. Lei n.º 11.889/2008: avanço ou retrocesso nas competências do Técnico em Saúde Bucal?. Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v. 1, n. 9, p.109-123, 2011.
SILVA, Rhonan Ferreira da et al . Utilização de auxiliares odontológicos em Ortodontia: implicações éticas e legais. Rev. Dent. Press Ortodon. Ortop. Facial, Maringá, v. 11, n. 5, Oct. 2006 .
quinta-feira, 8 de março de 2012
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Bioética nos serviços de saúde 2011.2
Direitos e deveres dos usuários do SUS
direitos e deveres dos usuários do SUS
terça-feira, 1 de novembro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Estudo dirigido sobre humanização
Estudo Dirigido 4
1 – Uma das dimensões mais importantes discutidas no campo da humanização na área de saúde é a relação paciente-profissional. Nesse contexto, Benetton (2002, p.77) argumenta que a ocorrência de estabelecimento de vínculo entre eles pode propiciar uma melhora na adesão do paciente ao seu tratamento e, também, possibilita que este consiga usufruir do efeito placebo pela confiança que passa a ter no profissional com quem se relaciona.
1 – Uma das dimensões mais importantes discutidas no campo da humanização na área de saúde é a relação paciente-profissional. Nesse contexto, Benetton (2002, p.77) argumenta que a ocorrência de estabelecimento de vínculo entre eles pode propiciar uma melhora na adesão do paciente ao seu tratamento e, também, possibilita que este consiga usufruir do efeito placebo pela confiança que passa a ter no profissional com quem se relaciona.
Tendo como referência o artigo “BASES PSICONEUROFISIOLÓGICAS DO FENÔMENO PLACEBO-NOCEBO: EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS QUE VALORIZAM A HUMANIZAÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE (TEIXEIRA, 2009)”, comente como tem sido explicado tais resultados.
2 – Refletindo a relação paciente-profissional, fica evidenciada a alta complexidade que a envolve. Ela não ocorre apenas no nível da prestação/recebimento de serviços odontológicos. Ela é permeada por dimensões psicológicas, sociais, econômicas e culturais.
Considerando a dimensão psicológica, comente, com base no texto “Relação paciente–profissional: um mundo carregado de subjetividades” (MATOS e TENÓRIO, 2006), o que você compreendeu sobre relação transferencial e contratransferencial e como o profissional de saúde deve lidar com esse conhecimento no sentido de prevenir a contratransferência negativa.
Ver artigos aqui.
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